Arquivo para a categoria 'Cinema'

18
Out
09

UP!!!

Já havia lido em muitos blogs, ou sites cujo foco é cinema.

Me surpreendi!!!

Na minha humilde opinião, a Disney/Pixar foi além neste filme!

Tive a oportunidade de assistir a versão original, e em seguida a dublada.
Nota 10 para o mestre Chico Anisio que “encorporou” o personagem central!

Quem não viu, veja: UP Altas avernturas..
Poético, romântico e adulto!

Um filme que dentre os 10 melhores do ano, certamente ocupará o primeiro lugar!

05
Ago
09

Os melhores Filmes Sci-Fi

blade_runner_cartaz

O site Total Sci-Fi Online, especializado em filmes de ficção científica, publicou na última segunda-feira (3) uma lista com as 100 melhores produções do gênero em todos os tempos.

O primeiro lugar ficou com Blade Runner, de Ridley Scott. Lançado em 1982, o filme é uma adaptação do livro Do Androids Dream Of Electric Sheep?, de Philip K. Dick.

De acordo com o site, a escolha aconteceu porque o longa teria um “senso real de tristeza, medo e anseios, e um amargo senso de humor”. Além disso, eles também destacam as interpretações de Harrison Ford, como “um herói muito mais sombrio do que Hans Solo” e de Rutger Hauer, no que é chamada de “a melhor performance de sua carreira”. Resumindo, o filme é considerado uma obra-prima.

Blade Runner superou produções que fizeram muito mais sucesso na época de seus lançamentos, como Star Wars e ET. Veja abaixo a lista com os dez primeiros colocados:

1 – Blade Runner (1982)
2 – 2001: Uma Odisséia no Espaço (1968)
3 – Star Wars (1977)
4 – Alien (1979)
5 – Metropolis (1927)
6 – O Dia em que a Terra Parou (1961)
7 – O Exterminador do Futuro (1984)
8 – Planeta dos Macacos (1968)
9 – E.T. (1982)
10 – Solaris (1972)

A lista completa, com os 100 filmes, pode ser vista no site Total Sci-Fi Online.

Fonte: Virgula


N.E.: Sinceramente, eu discordo desta lista, Pois “Contatos Imediatos de 3º Grau” deveria, no mínimo, figurar entre as 10 melhores obras! Assim como Gataca, Fogo no Céu, Inimigo Meu, entre outras…. Se bem que todas as produções relatadas são verdadeiras obras-primas!

16
Abr
09

Splendor – o Filme – Valeu, Flávio!

Há um tempo atrás, postei uma matéria sobre o filme Splendor, de Ettore Scola, cujo elenco conta com a participação de estrelas como Marcello Mastroianni, Massimo Troisi e Marina Vlady. O Filme conta de maneira dramática a história da última sessão de um cinema de bairro. (clique aqui e leia este post).
Pois bem. Como é bom sabermos que a internet ainda pode surpreender de forma positiva!

Histórias semelhantes a esta temos aos montes aqui em São Paulo(e com certeza, em muitas partes do Brasil!)..Mas, o motivo deste post é outro. Eu estava atras deste filme há muito tempo….

Através deste post, conheci um aficcionado por cinema, como eu.
Para minha surpresa, hoje, recebi via correio, vinda do Rio de Janeiro a cópia deste filme, que tanto procurei!

Valeu, Flávio Petersen!

Obrigado por manter acesa a chama da sétima arte.
E obrigado tbm pelo convite do lançamento do livro. farei o possível para ir, embora minha agenda em SP esteja complicada.

Grande Abraço!!!!

13
Abr
09

CINE TUBE: O Cinema no Youtube?

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O YouTube e a Sony Pictures podem estar trabalhando em um acordo para a transmissão on-line de filmes. As empresas ainda não comentaram nada oficialmente, no entanto, as negociações planejam a exibição completa de filmes no site. Até então, a Sony concedeu licença ao YouTube para transmitir vídeos dos artistas da sua gravadora.

Um dos fatores responsáveis pela popularização do YouTube foi a transmissão de conteúdos piratas (de TV e cinema) capturados de forma caseira pelos usuários. Embora o site tenha mantido esforço constante para eliminar esses vídeos, a publicação desse tipo de material ainda ocorre. Para não perder o público que procura tais conteúdos, o YouTube tem tentado parcerias para a veiculação legal de filmes e programas de televisão .

Semana passada, a Disney confirmou a concessão de direitos de exibição, em formato reduzido, de alguns de seus conteúdos para o site. O acordo inclui também outras marcas da empresa, como a ABC e ESPN.

27
Jan
09

Splendor – a última sessão de cinema

Há muito tempo atrás, eu assisti um filme sensacional, que contava a história da última sessão de um cinema.

Era um filme italiano, carregado de boas doses de humor e drama, dirigido por Ettore Scolla.

Infelizmente, não o achei mais em DVD nem em VHS. Mas hoje, procurando algo na internet, eis que surge este artigo que vale a pena ser lido, para se ter uma idéia da dimensão de encanto desse filme:

Artigo de Aramis Millarch originalmente publicado em 20 de janeiro de 1990

Se o cinema é a indústria dos sonhos iluminados projetados na tela branca, “Splendor” é mais do que um filme: é o próprio sonho.

Em torno deste filme não deveria haver críticas, ou releases: ou no máximo um poema tão profundo quanto aquele que Carlos Drummond de Andrade dedicou a Carlitos.

“Splendor” é magia do início ao fim. Um filme para quem ama o cinema, sua simbologia, seu folclore.

Em tudo a simplicidade: a história de um cinema – o Splendor, de uma pequena cidade da Itália, inaugurado nos anos 30, em plena ascensão do fascismo. Jordan (Marcelo Mastroianni), seu proprietário, filho de um caixeiro-viajante das imagens que, no início do século, levou a usina dos sonhos em projeções de cidade em cidade.

Luigi (Massimo Troisi), o projetista que vive e envelhece com o cinema. A francesa Chantal Duvivier (Marina Vlady), que chegou à pequena cidade como dançarina, apaixonou-se pelo então jovem Jordan e ficou ao seu lado, como bilheteira e indicadora. Há Cocomero, crítico de cinema (Ferruccio Castronuovo), Giovanna – a irmã de Jordan (Benigna Luchetti), o vilão Don Arno (Vernon Dobtcheff) – que a proporção que cinema entra em decadência, tenta, de todas as formas, adquirí-lo para construir um edifício comercial.

O programa de ir ao cinema nas sessões dominicais. O escurinho para os namorados. Os filmes tamanho-família. As grandes emoções.

Assim, é empatia, emoção e sensibilidade que se vê nas imagens deste filme que o perfeccionista Ettore Scolla realizou em 1988 e que conquistou Cannes, num festival em que concorria também outro filme sobre o mesmo tema – “Cinema Paradiso”, de Giuseppe Tornatore, – que acabou sendo premiado pelo júri e que, em 26 de dezembro último, valeu ao seu principal intérprete, Philip Noiret, o troféu Felix – o Oscar do cinema europeu – como melhor ator

Splendor, em distribuição da Warner, teve sua primeira exibição pública durante o VI Festival Internacional de Cinema, Vídeo e Televisão, em Fortaleza, num espaço dos mais apropriados – o cine São Luiz. Uma platéia emocionada que chegou às lágrimas vendo este filme emoção, todo empatia.

Assim como Peter Bojdanovich em “A Última Sessão de Cinema” – numa crônica maravilhosa da relação de personagens de uma pequena cidade do Texas e o cinema da cidade em seus derradeiros dias, e que Woody Allen colocou com tanta ternura em sua obra-prima “A Rosa Púrpura do Cairo” (1985), com a ingênua Cecile indo tanto ao cinema que um dia o galã de uma aventura sai da tela – também “Splendor” – e por cento, “Cinema Paradiso” – trazem esta relação de passado, sonho, fantasia. Não esquecendo também o cine Royal – no qual a pianista Celest Beaumont (Monique Sapziani) tem em “Doces Sonhos do Passado” (Les Portes Toumantes, 88, de F. Mankiewicz) os seus maravilhosos dias dourados de sonhos e ilusões.

A magia Splendor – é simples, eterno. Narrado em flash-back, conta a história do cinema de Jordan – de seus dias de glória, casas lotadas, ao melancólico final – esvaziado pela concorrência da televisão e do vídeo – e só mesmo na pornografia é atração para um público diverso daquele chic, requintado e de bom gosto que o freqüentava em seus dias de casas lotadas.

Junto com Fellini, Ettore Scolla é o grande poeta do cinema italiano. Como diretor de “A Estrada”, Scolla também faz desenhos das cenas que leva à tela – e algumas delas, com exclusividade ilustraram este texto. “Splendor” é um filme que poderia ser assinado por Fellini: a mesma emoção, a mesma sensibilidade de suas múltiplas obras-primas estão aqui – nesta crônica de um cinema do interior, que pela empatia é universal.

As últimas sessões de cinema repetem-se melancolicamente em dezenas de países. O Concine não tem uma estatística segura de quantos cinemas fecharam no Brasil, nos últimos 20 anos, mas, seguramente, foram centenas. Os vídeos, em seu aparente conforto, substituem (substituem?) a informação dos cinemas – mas não têm a mesma emoção.

Cronica originalmente publicada no Tablóide Digital

Eu concordo com este artigo. “Splendor” é indispensável para quem ama esta arte! Me fez lembrar de grandes cinemas que fecharam aqui em São Paulo, que hoje viraram igrejas, prédios comerciais, ou mesmo estão abandonados (como o fantástico Cine Comodoro, o primeiro com tela ‘gigante’, fechado na década de 90).

Infelizmente não achei nenhum trecho do filme, ou imagem para postar. Mas fica a dica.

Ed




 

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