Arquivo para a categoria 'Comércio Eletrônico'

12
Set
08

Brasil é líder em e-commerce na América Latina

Nesta quarta-feira, 10, foi divulgada uma pesquisa que aponta que sete milhões de pessoas têm o hábito de fazer compras pela internet no Brasil, o que representa 3,7% da população. Com isso, o país tem o maior número de consumidores na internet, em termos absolutos, na América Latina e Caribe –na análise percentual, porém, está atrás de locais como Costa Rica, Porto Rico e Colômbia.

O país com maior percentual da população consumidora na internet é o Chile, com 12,7% das pessoas usando a rede para compras, seguido por Porto Rico (11,6%), Peru (9,8%), Costa Rica (7,5%), Argentina (5,2%) e Colômbia (4%). O Brasil está em sétimo, com 3,7%, mesmo índice de El Salvador.

Apesar disso, o Brasil é responsável pelo maior volume de compras na internet. No ano passado, foram US$ 4,89 bilhões, um crescimento de 116% em relação a 2005, e um recorde na região. O país foi o responsável por 45% das “e-compras” em 2007 na região.

De acordo com a pesquisa, o aumento se deve principalmente pelo crescimento econômico, avanços na tecnologia, aumento do uso de cartões de crédito e mudanças no comportamento do consumidor.

A pesquisa, realizada pela AmericaEconomia Intelligence, a pedido da empresa de cartões de crédito Visa, leva em conta dados de 2007 na América Latina e Caribe.

Fonte: Folha Online

26
Set
07

Taxa de Conversão no Comércio Eletrônico

A Taxa de conversão de um site de comércio eletrônico realmente é um numerozinho percentual muito importante e não apenas um indicador do desempenho da loja.

A taxa de converção que falamos no caso, é a simples conta de quantas visitas a loja recebe em um período e o número de pedidos efetuados nesse mesmo período, dividindo-se o segundo pelo primeiro.  Ela mostra quantos usuários visitaram a loja e efetivamente compraram.

Mesmo como indicador de desempenho tem que ser analisada profundamente, pois através dela que poder-se-a identificar “gargalos” na lógica do site, posicionamentos estratégicos inadequados ou de sucesso –  como preço –  se a comunicação está direcionada ao público certo, valor e forma do frete, formas de pagamento, adequação dos produtos e por aí vai.

Não que a taxa de conversão vá identificar o que está causando algum problema, mas é o número que irá indicar que existe algo de errado.

Variações muito grandes nos valores das taxas de conversões mensais numa loja devem ser analisadas profundamente, para verificar as ações de maior e menor sucesso nesses períodos e planejar melhor as metas e estratégias.

Além disso, a taxa de conversão do e-commerce é fundamental na hora de planejar o investimento em divulgação. Através dela e das metas estabelecidas para o faturamento da loja ou de determinado produto, poderemos chegar ao número de visitas que são necessárias para que o objetivo seja atingido. Sabendo-se o número de visitas, partimos para a escolha das mídias que possam trazer essas visitas e o valor que deverá ser investido. Esse investimento precisa, é claro, estar dentro do objetivo de lucratividade da loja.

Enfim, a taxa de conversão é um número que é a janela para se olhar para o próprio negócio.

Fonte: Escalena.com

24
Set
07

Comércio Eletrônico registra deflação em setembro

Os preços dos produtos comercializados pela internet ficaram mais baratos neste mês, segundo aponta o índice e-Flation, desenvolvido pelo Provar (Programa de Administração do Varejo) em parceria com a consultoria Canal Varejo. Segundo os dados, os preços do comércio eletrônico sofreram deflação de 0,46%.

A principal queda do período foi registrada pela categoria Eletroeletrônicos, com deflação de 2,27%, seguido pela categoria Informática, que registrou 1,84%.

De acordo com o levantamento, sofreram deflação também as categorias Automóveis (0,42%) e a Telefonia (0,88%).

Por outro lado, observa-se inflação para as categorias Brinquedos (3,69%), Viagens e Turismo (3,25%), CDs e DVDs (3,06%), Linha Branca (1,97%), Livros (1,29%), Perfumaria (0,99%) e Produtos para casa (0,74%).

Segundo o professor Claudio Felisoni de Angelo, coordenador geral do Provar/FIA, “apesar do índice geral registrar deflação, já era esperado um aumento do índice na categoria Brinquedos, que tem datas importantes para o setor, como o Dia das Crianças e o Natal”.

Os itens que compõem a cesta de cada uma das categorias são aqueles que, sendo os mais anunciados entre os sites mais procurados, compõem o que se chama de “campeões de vendas”.

Via: Folha On Line/ Escalena.com

14
Set
07

Terceirização no Comércio Eletrônico

Ao contrário de Submarino e Americanas.com, a Escalena foi criada há dez anos para atuar especificamente na terceirização de e-commerce. Hoje conta com duas divisões: a primeira de tecnologia, que consiste na oferta de hospedagem de site, plataforma tecnológica e ferramentas, e a segunda agrega faturamento e análise de crédito, chamada ponta-a-ponta.

No primeiro grupo, estão Editora Melhoramentos, Bosch Continental e JVC do Brasil. “A nota fiscal e o centro de distribuição são dessas empresas e não operados por nós”, explica Paulo Chacur, diretor executivo da Escalena. “Já a Phytá é cliente ponta-a-ponta, com tíquete médio de R$ 300. Fazemos todo o trabalho, de etiquetagem do estoque a entrega e SAC.”
Para esse formato, a Escalena cobra mensalidade de serviço (fee mensal), que varia entre R$ 6,5 mil a R$ 25 mil (conforme complexidade do projeto e valor do estoque, que é segurado) conforme o volume e valor dos produtos, e participação de 5% sobre receita líquida. “Assumimos o risco de crédito e processos de expansão.”
O crescimento de cada divisão está atrelado ao tipo de cliente. A indústria, por exemplo, costuma recorrer ao modelo completo de terceirização, que inclui a logística e evita conflitos de canal. “Hoje as fabricantes querem estar no e-commerce sem vender diretamente ao consumidor ou ter que criar uma estrutura para isso. Grandes clientes desse mercado são operadoras de telefonia, eletro-eletrônicos e autopeças. Já empresas que já atuam no varejo, querem só o sistema.”

Chacur não se preocupa com crescimento da concorrência por não tratar do negócio principal da companhia, mas um adendo. Segundo fontes de mercado, que já tentaram negociações com o Submarino, se a companhia não permitir 40% de remarcação (markup) na mercadoria,não quer fazer o negócio. “Isso significa comprar por R$ 10 e revender por R$ 14, mas a diferença não vai necessariamente para o bolso da revendedora.
No caso do Submarino, cerca de 20% tem esse destino”,afirma um varejista. “A empresa pode compensar essa margem com promoções e descontos futuros. É com essas margens que é possível, por exemplo, vender celulares a R$ 10.”

CONSIGNAÇÃO BRANCA.  
Conforme Chacur, terceirizadoras como Escalena e Submarino chegam a comprar os produtos, mas fazem pagamento conforme a venda. “É o que chamamos de consignação branca. A nota é nossa, a mercadoria é nossa, mas não colocamos duplicata em cobrança. Mostramos semanalmente nosso resultado de vendas e carteira de recebíveis, quitamos com ele toda semana”, explica. “Não antecipar a operação (o montante das compras) permite trabalhar com margens mais apertadas.
As empresas me contratam para ser a varejista delas.” A vantagem para os clientes é não ter que montar uma estrutura completa de e-commerce, desde linha de produção à análise de crédito. “Clientes como a Editora Melhoramentos demandam plataforma de alta performance, pois são 500 pedidos por dia. Sairia muito caro para a companhia administrar isso sozinha.”
A própria Escalena terceiriza boa parte de seus serviços. A logística, por exemplo, é em parte feita pela Rapidão Cometa (e o CD) e também pelos Correios. Isso permite uma índice de perdas de apenas 0,5% com fraudes, já que no caso de danos no transporte ou armazenagem, quem assume é o contratado.

EXPANSÃO
Num prazo de três meses, a empresa quer lançar o portal Escalena Shopping, aí sim um modelo mais parecido com Submarino, com “lojas” internas no mesmo site, mas controle da varejista hospedeira. “Mas somente para vendas corporativas”, diz. Hoje, a Escalena soma 25 empresascliente, sendo 40% na divisão de tecnologia e 60% de ponta-a-ponta, atendendo cerca de 300 mil consumidores finais.Nos últimos três anos, a Escalena teve crescimento anual de 25%, mas não revela as cifras do faturamento. Em 2005, tinha dez clientes e em 2006, 18.
A estimativa é adicionar 15 clientes à carteira até o final deste ano. Chacur tem sido procurado por investidores individuais interessados em participação na companhia, mas a idéia é encontrar um parceiro do mercado financeiro, como um fundo de private equity.“Só não quero mudar a filosofia da empresa, mas ter um sócio que participe do crescimento da Escalena”, diz. “Há três anos, com as contas no vermelho, as pessoas riam quando eu falava de e-commerce. Hoje o segmento deixou de ser o patinho feio.”

Fonte: Gazeta Mercantil/ Escalena Comércio Eletrônico

14
Set
07

12 Dicas para um e-commerce ideal

B2B MAGAZINE Por Gilberto Pavoni Junior – 10/7/2007 14:37:31

O especialista em marketing digital e e-business Larry Chase, publisher do site “Web Digest for Marketers“, é fanático por listas. Suas listas costumeiras de 5, 10 ou 12 melhores jeitos de se potencializar uma ação na web têm audiência certa. No seu último boletim publicado nessa semana, o consultor relata algumas táticas para cultivar seus clientes na internet, utilizadas pela diretora do site de moda Now e do portal Diva, Eileen Shulock, que também é editora do WDFM. As dicas valem tanto para operações B2C quanto para B2B.

1 – Ofereça conteúdo customizado – nem é necessária muita explicação por aqui. Você ainda não aprendeu como funciona o negócio da Amazon.com? Haverá dúzias de perfis para trabalhar e cada um deles irá pedir um formato diferente. Mas, a tecnologia da informação e a Web 2.0 estão aí para isso mesmo. É muito mais fácil categorizar nichos de acordo com as preferências deles do que há 10 anos.

2 – Dê ofertas e serviços personalizados – para não citar novamente a Amazon.com vamos lembrar de como funciona a locadora de filmes virtual Netflix. Há várias ferramentas no site que facilitam a vida de quem está procurando um filme “arrasa quarteirão” ou um cult iraniano. Se você quer assistir ambos e ainda um clássico do realismo russo, tudo bem. O portal deixa você definir até a ordem em que eles devem ser mandados para sua casa por mala-postal. Depois de assistir é só utilizar o mesmo envelope de porte-pago e devolver para a Netflix.

3 – Fique atento às opiniões – e aqui valem as satisfeitas e as insatisfeitas. Elas são ótimas para melhorar processos, produtos e serviços. Mande pesquisas para seus consumidores. Há quem ofereça um incentivo. É o caso da própria Eileen Shulock, que dá descontos na próxima compra para quem colaborar com opiniões sinceras.

4 – Personalize o email – não há razões para uma comunicação destas parecer que foi escrita por um ser estranho tentando se comunicar com o cliente. Há ferramentas que fazem a criação personalizada e elas devem ser usadas sem restrição. O email deve soar como uma comunicação entre humanos que, por alguma razão, se importam com o outro.

5 – Pesquise antes de reagir – você sabe o quanto um internauta vale para você antes que ele tome uma atitude drástica e suma? Eileen sempre treina seu time para lhe responder o quanto gasta cada pessoa nos sites. Esses números baseiam qualquer decisão de novos serviços.

6 – Crie um portal para o cliente – as empresas de software possuem algumas dezenas de excelentes ferramentas para isso. Com elas o internauta pode ter acesso exclusivo às suas necessidades dentro do negócio. A tendência do compartilhamento de informações facilita essa estratégia, com mais perfis aglutinados pelos próprios clientes você consegue oferecer melhores serviços. O Google Webmaster Central faz isso muito bem. Lá é possível procurar dicas de outros membros, o que é melhor do que o tradicional help/FAQ.

7 – Recompense clientes leais, parte 1 – parece óbvio, mas você já se deparou com ofertas que trazem brindes para novos clientes e você que é usuário há anos nunca pôde participar delas? Isso aborrece muito. O ideal é separar ações similares, porém focadas para cada um dos dois casos. Novamente devemos lembrar que essa é a era da customização. Não podemos agir como quem enviava as arcaicas malas-diretas massificadas da era do marketing de papel.

8 – Recompense clientes leais, parte 2 – outra maneira de resolver isso é criar cartões de membros cativos. Esse grupo tem acesso a programas de descontos ou pontos. Essa tática revolucionou a indústria de aviação e serve para qualquer negócio. Mas, há armadilhas também. Você fica empolgado com as ofertas de assinaturas de revistas oferecidas pelo cartão platinum do seu hotel preferido? Provavelmente não.

9 – Cupons de desconto – isso é típico da indústria americana e ganha espaço pouco a pouco no Brasil. Mandar uma gratificação que pode ser imediatamente utilizada traz imensas vantagens. Eileen diz que ama a Loja CVS por conta dessa ação. Ela recebe descontos secretos para alguns itens e também vários cupons para utilizar nas próximas compras no estabelecimento. Ela nem usa todos, mas gosta de saber que pode economizar em troca da sua afeição pela CVS. No mundo on-line isso fica bem mais fácil. Assinantes de um site de e-commerce podem receber uma mensagem de boas vindas e um desconto de 10% em qualquer compra.

10 – Controle o tédio – algumas vezes o jeito mais fácil de ganhar a simpatia é reduzir o marasmo da vida diária. Eileen usa um site de comida delivery. Diariamente ela come salada e gosta de escolher cada ingrediente e muda a refeição todo dia. O site facilita sua vida nesse sentido e ela gasta um dinheiro razoável para ter esse prazer diário.

11 – Planeje um programa de bônus – eles raramente são propagandeados e às vezes a gente só dá de cara com eles quando queremos pular fora do serviço. Mas, quando claramente anunciados podem trazer vantagens para a empresa, que ganha escala, e para o cliente, que economiza e tem a vida facilitada.

12 – Diminua promessas e aumente a entrega – esse truque é muito utilizado por aí. As empresas não se comprometem a entregar mais do que podem. O ideal é manter uma margem digna, porém abaixo do que pode ser considerado ideal e trabalhar sempre para superá-la. Assim o consumidor sempre estará satisfeito e a empresa ganha tranquilidade para buscar melhorias reais sem ter de ficar correndo atrás de fracassos.

Fonte: Escalena Comércio Eletrônico




 

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