Cientistas japoneses criam “estrada musical”

Dependendo da distância entre uma ranhura e outra, um carro que passa pela estrada vai produzir uma série de notas diferentes que acabam formando uma música. “A vibração causada pelo contato entre os pneus e as ranhuras são geradas quando o carro passa sobre a ranhura”, explica o jornal japonês Japanese Gijutsu Iten Foramu.

O som emitido quando o carro passa por cima da ranhura dura cerca de 30 segundos. O local da ranhura é marcado com sinais sobre o asfalto. Mas estes sinais não avisam, segundo o jornal australiano Sidney Morning Herald, que para que o motorista possa ouvir a música com clareza, o carro precisa estar andando a apenas 45 quilômetros por hora.

“Você precisa manter as janelas do carro fechadas para ouvir bem. Dirigir rápido demais vai fazer com que a melodia soe como se estivesse em velocidade maior. Mas, dirigir a cerca de 19 quilômetros por hora cria um efeito câmera lenta”, afirmou um blogueiro japonês.

Acidente
Segundo o jornal britânico The Guardian, o sistema teria partido de uma idéia de Shizuo Shinoda, que acidentalmente arranhou a superfície de uma estrada com uma escavadeira. Quando passou por cima das ranhuras notou que os entalhes acidentais ajudavam a produzir uma série de sons distintos.

O projeto foi aperfeiçoado então pelos engenheiros no Instituto de Pesquisa Hokkaido Industrial Research, que fica em Sapporo. A equipe já trabalhava em novas tecnologias para segurança nas estradas, incluindo o uso de luz infravermelha, para detectar estradas com superfícies mais perigosas.

O The Guardian diz que existem três “estradas musicais” no centro e no norte do Japão e uma delas toca uma canção pop japonesa. Não ficou claro o objetivo da “estrada musical”. O Guardian sugere que seria uma forma de entreter os motoristas nas estradas. O site da revista Nature diz que elas foram criadas para auxiliar a manter os motoristas concentrados.

Via: Terra

N.E.: Já pensou se a moda pega? Indo de São Paulo para o Litoral, num desses feriados prolongados onde o número de veículos é intenso e o transito completamente lento, quase parado, escutando Axé, Funk, ou Pagode?
To fora…. Viva o velho “toca-fitas”!

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