Em resposta à campanha:

Rubens Barichello respondeu:

Barichello ainda afirmou que ” Todos aqui respeitam muito o Hamilton e tenho certeza de que, se fizesse algo para ele na corrida, o Massa não ficaria contente com a minha atitude”

Hamilton Who?
Ah vá, Rubinho…. Você pode! Confiamos em você! faça um esforço!!!! Você já fez muito mais pelo alemão!

Leia na íntegra no G1

Campanha: Bate nele, Rubinho!

GP do Brasil chegando, torcedores aflitos e finalmente, depois de tantos anos um brasileiro volta a ter a chance de ser campeão Mundial.

Alguns mais “fanáticos” estão providenciando fogos e batucada na porta do hotel em que o Hamilton vai se hospedar. Outros estão mais contidos, fazendo apenas uma macumba, uma mandinga básica.

Porém, o Buzz foi mais além e resolveu criar a campanha Bate nele, Rubinho!

N.E.: Se fizer isso, Rubinho corre o risco de chegar em último…  E cá prá nós, isso não seria nenhuma novidade!

Tem um blog? Divulgue esta campanha!
Vi no Bobagento

Filmes inesquecíveis – Perfume de Mulher

Tenho recebido alguns e-mails, onde me perguntam quais são meus filmes favoritos…
São muitos… Sou cinéfilo assumido (ui!), e não existe um filme apenas que marca a minha vida.

Por esta razão, resolvi colocar no blog mais uma série de posts. Depois de músicas que me inspiram, agora, as sequências inesquecíveis de filmes inesquecíveis:

Lembrando que neste filme, Al Paccino faz o papel de um militar aposentado e cego.

Perfume de mulher. Música: Tommy Bolton –  Carlos Gardel –  Por Una Cabeza:

“É apenas com o coração que se pode ver direito; o essencial é invisível aos olhos”

Planta escreve em blog no Japão

Pesquisadores da universidade de Keio, no Japão, colocaram sensores em uma planta para fazer com que ela “escreva” em seu próprio blog. Com 40 centímetros de altura e chamada Midori-san, ela fica na bancada de uma cafeteria em Kamakura, perto de Tóquio. Os sinais elétricos emitidos pela planta são enviados a um computador, para que um algoritmo os transforme em frases e faça automaticamente posts no blog escrito em japonês.

“Estávamos interessados em saber quais os sentimentos das plantas e ao que elas reagem, quando não estamos vendo”, afirmou Satoshi Kuribayashi, pesquisador envolvido no projeto. Além da força de sinais elétricos transmitidos na superfície de Midori-san, o clima, temperatura, luz e toque humano podem ter influência no conteúdo postado.

“Hoje está um dia ensolarado e tomei muito sol. Me diverti”, diz o texto publicado no dia 16 de outubro. Em outro post, a planta conta que “o dia está cheio de nuvens e frio”. Kuribayashi diz esperar que, no futuro, o blog expresse de maneira mais precisa os sentimentos de Midori-san.

Fonte: G1

N.E.: Uma planta  tem um blog… A natureza está mudando…! Será que ela tem prefil no Orkut também? E MSN?

Impressora 3D

A verdade é que uma impressora é essencial para qualquer casa, escritório, universidade, etc. E provavelmente, o futuro deste periférico está nas impressoras 3D.

As impressoras 3D não são algo do outro mundo, já existem em indústrias e oficinas especializadas nelas há algum tempo. No entanto, ela ainda pode ser considerada um produto caro, usado somente quando o investimento vale à pena, como em protótipos, design de produtos (indústria automotiva) e aeronáutica.

Em exemplo desses equipamentos, é a nova impressora 3D de mesa Alaris 30, da Objet. Ela não é muito maior que um combo comum de impressora/scanner, funciona com uma tomada comum, conecta-se a qualquer rede de escritório e vem com drivers e software simples que permitem o envio de arquivos CAD produzidos a partir de modelos de plástico com dimensões de até 29,39 x 19,61 x 14,99 centímetros.

O preço do periférico não foi anunciado ainda. Para saber detalhes completos sobre a Alaris 30, clique AQUI.

As impressoras 3D montam um objeto a partir de uma disposição de partículas de um material, assim como impressoras tradicionais criam imagens a partir dos pontos. Elas constroem modelos em uma pilha de camadas muito finas, cada uma criada por um líquido ou um plástico em pó que pode ser solidificado em pequenos pontos por calor, luz ou elementos químicos precisamente aplicados.

Mesmo com os preços atuais, o equipamento está se multiplicando. Universidades e colégios a utilizam para aulas de design, médicos imprimem modelos para ajudar em cirurgias complexas, arquitetos imprimem maquetes tridimensionais de seus designs. A tecnologia foi até utilizada para construir um mapa topográfico de Nova Orleans, ajudando na reconstrução da cidade.
Fonte: Gizmodo/ Olhar Digital/ NaWeb