ETs, levem-nos ao seu lider!

Nasa lança nesta noite sonda que busca vida extraterrestre

Na busca incessante por responder às dúvidas da humanidade se estamos realmente sozinhos no universo, a Nasa, agência espacial americana, colocará em andamento na noite desta sexta-feira a primeira missão específica para tentar descobrir vida nos confins do espaço sideral. O telescópio espacial Kepler – em homenagem a Johannes Kepler, pai da mecânica celeste, óptica moderna e astrofísica – deve ser lançado a bordo do foguete Delta II da Base Aérea de Cabo Canaveral, na Flórida, às 0h49 no horário de Brasília (22h49 no horário local).

Apesar dos cientistas descartarem virtualmente a possibilidade de existir vida semelhante à conhecida na Terra, a esperança de encontrar algum tipo de atividade biológica está nos exoplanetas, corpos que giram em torno de outras estrelas além do sistema solar. Até agora, os astrônomos confirmaram a existência de mais de 320 desses planetas.

“O Kepler é um componente crucial dos esforços da Nasa para encontrar e estudar estes planetas”, assinalou Jon Morse, diretor de astrofísica da agência espacial em Washington. A expectativa é de identificar planetas rochosos que se encontrem em uma área quente, onde a água possa ser mantida em sua forma líquida – elemento essencial para a formação de vida, disse a Nasa em comunicado.

A viagem intergaláctica tem previsão de 3,5 anos até a chegada à região onde ficam as constelações de Cygnus (Cisne) e Lyra (Lira), que abriga 100 mil estrelas similares ao Sol. No local, a sonda determinará a existência dos exoplanetas através das mudanças de luz que suas estrelas refletem quando passarem entre elas e o observatório. Uma vez detectado um deles, seu estudo poderá ser contínuo pelos telescópios Hubble e Spitzer.

“Será como tentar detectar um mosquito na iluminação de um refletor”, explicaram os astrônomos. A missão poderá atingir ainda seis anos de duração, caso da Nasa resolver ampliar as atividades.

Equipamentos
O satélite espacial Kepler poderá estudar as estrelas de maneira constante durante toda sua missão, algo que outros observatórios não podem fazer, como o Hubble. Para isso, a Nasa investiu pesado na qualidade dos equipamentos (veja composição do satélite na aba “Infográfico”), gastando aproximadamente US$ 600 milhões.

Seus instrumentos estão entre os mais poderosos produzidos até agora para a prospecção científica espacial, como uma câmera de alta sensibilidade capaz de captar imagens com 95 megapixels de resolução, a melhor já utilizada no espaço. O Kepler também integra um para-sol, resfriador focal plano, antena de alta amplificação, sensores e propulsores, que o guiarão após se soltar do foguete Delta II. O satélite tem 2,7 m de diâmetro e 4,7 m de comprimento.

Com informações da Reuters e EFE e Terra

N.E.: O que acho interessante nisso tudo é o seguinte:
Como a NASA consegue convencer o congresso americano a liberar milhões e milhões de dólares, apenas para “procurar” vida extraterrestre.

Algum argumento muito convincente a NASA devem ter…

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