Em tempos de crise, CRIE!

Recentemente, tenho me deparado com alguns empreendedores, e parece que existe um discurso ensaiado e plenamente afinado entre eles:

CRISE!Não Se arrisca durante a crise!

São empresários que possuem empresas promissoras, produtos bem colocados no mercado.

Outros, tem uma ideia ainda não consolidada e em fase de desenvolvimento.

Mesmo assim, a temática da “crise” sempre está em primeiro plano e é usada como desculpa para não inovar, não arriscar, não desafiar as perspectivas negativas do mercado.

Concordo que nesses tempos arriscar capital ou investimento alto é perigoso, porém, existem outras maneiras!

Em tempos de crise, CRIE!

Existe uma velha história contada em salas de reuniões entre empresários:

Uma gigante fábrica de sapatos convocou dois dos seus melhores executivos de vendas e novos negócios para uma viajem à África.

A intenção era expandir os negócios. Para tanto, a empresa queria a opinião dos seus consultores.

Os dois executivos passaram uns dias lá. E, ao retornarem, cada qual deu seu relatório.

O primeiro descreveu a seguinte situação:

“Os costumes delá são estranhos. Todos andam descalços! Ninguém usa sapatos! É extremamente recomendável NÃO investir lá!”

Já o segundo, relatou o seguinte:

“Eles não usam sapatos! Desconhecem o calçado! Excelente oportunidade de negócio!”

O cenário de crise está instaurado, isso é evidente. Mas seria a crise uma barreira, ou uma oportunidade?

O empreendedor moderno tem que criar em meio as dificuldades.

Uma boa oportunidade é a diversificação.

Encontrar um meio termo que se encaixe.

No caso da fábrica de sapatos, o ambiente era de extremos.

Ninguém usava sapatos.

Investir ou não?

A saída foi investir em sandálias.

Um meio termo.

Os habitantes se sentiam confortáveis como se estivessem descalços e, ao mesmo tempo, protegiam os pés como se estivessem com sapatos.

A empresa inovou, diversificou, e encontrou um meio termo.

Muitas empresas perdem mercado insistindo em um modelo engessado, num produto que não tem mais espaço, numa filosofia empreendedora ultrapassada.

A gestão do empreendimento é absolutamente mutável!

Sim, existem princípios e métodos intocáveis, porém, dadoo cenário atual, quem não se adaptar, não resiste!

E se adaptar é ter criatividade. Ousar para se manter ativo.

Trazendo este exemplo para a nossa realidade podemos adaptar o conceito criativo implicito e desenvolver soluções em meio à crise.

Pergunte-se:

O que posso fazer de diferente para manter ou atrair novos clientes?

O que está dando certo até agora, eu vou manter. O que está errado, eu devo mudar!

Seja flexível!

Construa um tipo de negócio adaptável.

Avalie seus serviços, seu produto, sua maneira de atendimento, de entrega e execução dos prazos.

Em algum ponto você poderá melhorar e inovar.

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